
Conversa de poeta
O silêncio vela a mente em nossa própria existência. Molda a dor e é mestre da sabedoria para que encaremos os desacertos e acertos de nossas vidas. Traz-nos lógica e justiça para o amanhã.
Tenho o poder da dor e do riso
Sobre teu impecável abismo.
Por um fio fui o noviço
Por um fio fui o feitiço
Na arte da dúvida.
Quantas vezes irão olhar o olhar mais triste
Em nossa conversa de poeta
Com vossos olhos suspirando
Como em toda comédia
De qualquer revolução.
Como observadores amamos a liberdade
Mas conspiramos contra a tranqüilidade
Entre os fenômenos mais democráticos
Burilando a ditadura abstrata
Assim como uma rude flor.
Fernando A. Troncoso Rocha
sábado, 9 de janeiro de 2010
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