sexta-feira, 7 de setembro de 2007


Poetas II.


O poeta sente...

O poeta chora...

Fonte límpida do que ele suspira.


Forja!

Sentimentos alheios

Em seus devaneios.


Marca, com toda sua alma

Todos os seus anseios.


Em seu silêncio

Desperta

Agride, e ama...


No manso e no intimo

Procura curtir a sombra de sua alegria

Na fortuna de alguma alegoria.


Entre a lassidão que nos ensina

Verte ao tão largo, verte ao tão longo, verte ao tão lento

Angustia incomodada em algum pressentimento.


Num gemido que dói no crânio

Aprofunda e acha o sentimento

No moribundo aspecto do mundo.


Fernando A. Troncoso Rocha.

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